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Brasileiros amam seus celulares, mas poucos os protegem

Apólice - 14 de Outubro de 2020
A Década Conectada é o nome da pesquisa realizada pela seguradora Assurant em seis países (Brasil, Estados Unidos, Canadá, Japão, Reino Unido e Alemanha) para detectar como o mundo está se relacionamento. Foram entrevistadas seis mil pessoas, acima de 18 anos. Entre os destaques está que os celulares são o principal aliado da vida conectada dos brasileiros, mas também um dos responsáveis pelos maiores índices de frustração quando se fala em itens eletrônicos.

O aparelho celular o item mais importante para as pessoas manterem-se conectadas com o mundo. Mesmo assim, a aquisição de uma proteção para o equipamento é uma realidade para apenas 52% dos entrevistados; destes, 30% adquiriram o seguro diretamente com o fabricante.

Um dos resultados interessantes é que 75% das pessoas que não adquiriram a proteção alegaram que foi por falta de oferta ou por desinteresse por não ter suas expectativas atendidas em relação aos serviços oferecidos ou pelo preço.

Vladimir Freneda, vice-presidente da Assurant no Brasil, diz que a popularização dos produtos de proteção só acontecerá com força quando as empresas investirem no desenvolvimento de coberturas que façam sentido para os consumidores. “Quanto mais o consumidor adquirir um serviço e utilizá-lo, mais o mercado irá ganhar espaço com propósito positivo e com lucro”, prevê.

Esta pesquisa foi mais abrangente porque ela mostra como as pessoas estão inseridas no contexto tecnológico atual e a sua conectividade. “É importante saber quais são as preocupações das pessoas em relação à proteção deste tráfego de informações e como elas se imaginam protegendo seus celulares e seus dados, saber das suas aflições”, pontua Freneda.

Ele credita a falta de informações sobre os produtos de seguro à limitação de acesso às informações, principalmente por conta da abordagem da oferta. “Há uma grande oportunidade para as pessoas adquirirem o produto de proteção. Você pode oferecer coberturas combinadas, mas é preciso ensinar que é possível adquirir uma proteção”, valida o executivo.